23/06/2009

Pombo: vê se me erra!

Para chegar ao escritório faço uma caminhada de leve, passando sempre pela Praça Rui Barbosa aqui em Uberaba. Ao ver as pessoas passarem embaixo do letreiro do Elvira Shopping, onde os pombos colocam seus ninhos, sempre imaginei que um dia isso fosse (literalmente) dar merda. Digo isso, pois como diria Pedro Bial, tive experiências traumatizantes com a queda excrementos da pequena ave columbiforme em minha vestimenta durante os tempos primórdios de minha vida. Isso faz com que, como diria Gabriel Leite Mendes, eu esteja escaldado com esse passarinho cagão feladaputa. Nem o até então homem mais poderoso do mundo escapou das pombas.

Meu All Star verde com o qual eu geralmente vou trabalhar está velhinho e quase cinza de tão desbotado, e o que é pior: pra amarrar seus cadarços tem todo um ritual. Quando saio com pressa, sem usar minha técnica ninja de laçadas, é liquido e certo que eles vão desamarrar no caminho. Pois nesse dia eu saí de casa atrasado e não amarrei meu tênis direito. Então me sentei pra amarrar meu cadarço e de repente um sujeito na porta do Elvira balbucia palavras de baixo calão. Era um pobre homem descuidado vítima de um, digamos... desarranjo de um “rato de asas”.

Ao ver algumas pessoas tentando segurar o riso enquanto o pobre senhor tirava sua blusa de frio, fiquei pensando quão odioso é esse bicho. Quantas pessoas no mundo eles atrapalham ao fazer suas necessidades fisiológicas lá do alto, quando poderiam pousar e obrar de preferência onde os seres humanos não pisam. Enquanto não existe nenhuma campanha para expulsar esses bichos repugnantes das praças públicas, é melhor que os transeuntes mais incautos (para terminar de gastar meu vocabulário, que foi todo pro saco nesse post) tomem cuidado, pois, como diriam os Mamonas Assassinas:

As pombas quando avoam
Por incrível que pareça
Ficam sobrevoando com seu cu amirando
Em nossas cabeças
Daí vem a rajada
De sua Bazuca Anal
Já tem pomba com mira-a-laser
O tiro sai sempre fatal

*Publicado originalmente em 11/05/07 - Não trabalho mais no centro, não tenho All Star verde. Mas as pombas estão à solta.

3 Comentário(s) - Comenta aí:

Daniel Mendes disse...

hauhuahuahuahauhauau
Realmente ser cagado por um pombo nao deve ser uma sensacao mto boa hauahuhuahauha...principalmente num centro da cidade...
E essa musica dos Mamonas fala tudo mesmo!!!
flww

CláudiaSadú disse...

Muito legal Gabriel . Adorei seu post.

Fernando Leite disse...

É foda né! Mas c tem que achar bom e agradecer, pensa se fosse uma vaca que tivesse asas?